Os Melhores de 2014

Várias pubicações nacionais e internacionais têm vindo a incluir títulos da Temas e Debates entre os melhores do ano de 2014...

O Capital no Século XXI de Thomas Piketty
Flavorwire | The 10 Best Books 2014
The Blogue of Bill Gates | The Best Books I Read in 2014
GoodReads Choice Award | Best Books of 2014
Sábado | Críticos colocam o ensaio de Thomas Piketty entre os melhores do ano de 2014

Génio de Harold Bloom
Expresso | Críticos do Expresso colocam o ensaio de Harold Bloom entre os melhores de 2014
Sábado | Também os críticos da Sábado o colocam entre os melhores de não ficção publicados em 2014

A Tragédia da União Europeia
de George Soros
Jornal de Letras coloca-o entre os melhores do ano de 2014

A Vida em Exame de Stephen Grosz
The Guardian | Reader's books 2014
Os leitores do The Guardian colocam o ensaio de Stephen Grosz entre os melhores de 2014

Business Book Of The Year Award 2014

Business Book Of The Year Award 2014
O Capital no Século XXI de Thomas Piketty, publicado em Portugal pela Temas e Debates, acaba de ser distinguido com o Business Book Of The Year Award 2014, atribuído pelo Financial Times e pela McKinsey & Company. Visando distinguir obras que incentivem o pensamento criativo e o debate em torno do mundo atual, este prémio vem precisamente confirmar a importância do debate e polémica suscitada pelas conclusões do livro do economista francês.

Já na sua décima edição, este prémio foi atribuído, em anos anteriores, a nomes como Thomas Friedman, Abhijit V. Banerjee e Esther Duflo.

 


 


 
Capital in the Twenty-First Century emerged after vigorous debate from an incredibly strong field. While not everyone agreed on the policy prescription, we recognised the quality of the scholarship. It's a challenging but ultimately important book.
Lionel Barber, editor do Financial Times

14 nov em livraria

O génio de Poe numa edição a reunir os seus contos…

Edgar Allan Poe é um dos autores mais publicados do mundo, conhecido pela genialidade expressa também nos seus famosos contos de terror e em algumas das histórias de detetives mais macabras jamais escritas, como A Queda da Casa de Usher, Os Crimes da Rua Morgue ou O Escaravelho de Ouro. Notável mestre do suspense, Poe também era poeta e, como demonstram os seus contos sobre hipnotismo e viagens no tempo, foi um pioneiro da ficção científica.

 A presente edição reúne todos os contos deste autor clássico da literatura universal e decorre da edição ilustrada anteriormente publicada em dois volumes.

 

 
 
 
Pelo mistério, pela invenção, pela noturna iluminação que faz com que mesmo a sua escrita mais sombria cintile como o momento antes da madrugada.

António Mega Ferreira

Edgar Allan Poe nasceu em Boston em 1809. Filho de atores, abandonado num orfanato, foi adotado por John Allan, um rico agricultor da Virgínia. Depois de uma longa estada em Inglaterra com os pais adotivos, regressou aos Estados Unidos e matriculou-se na Universidade de Virgínia onde teve uma curta permanência devido aos seus hábitos de jogador e ao excessivo consumo de álcool. Publicou o seu primeiro livro Tamerlão e outros Poemas, em 1827. Em 1833, conquistou o Saturday Visiter, pelo melhor conto, com o Manuscrito Encontrado numa Garrafa, facto que lhe proporcionou um lugar no Southern Literary Messenger de Richmond, de que viria a ser editor. Em 1837 publicou  Narrativa de A. Gordon Pym e data de 1840 o primeiro volume das Histórias Extraordinárias ou Contos do Grotesco e do Arabesco, cuja continuação seria publicada em 1845. Em outubro de 1849, quando viajava de Richmond para Nova Iorque, adoeceu gravemente e morreu.

30 out. | ESAD.cr


Sessão dedicada a Arte na Cidade de Mário Caeiro na Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha (ESAD.cr)

 

30 de outubro | entre as 18h e as 20h30

Anfiteatro de Desenho da ESAD.cr

 

Na próxima quinta-feira, dia 30 de outubro, a ESAD.cr convida a um debate em torno da obra de Mário Caeiro acolhendo um prestigiado painel de intervenientes. A sessão será aberta por Philip Cabau, especialista em Artes Plásticas/Desenho, seguindo-se uma introdução à obra por Rodrigo Silva, diretor da ESAD.cr. Mário Caeiro fará então uma abordagem às problemáticas introduzidas pelo livro, iniciando-se pelas 18h45 uma mesa redonda a contar com a intervenção Isabel Baraona, Filipe Alarcão, João Serra e Guilhermina Gomes.

 
Esta sessão pretende mostrar a dimensão interdisciplinar e pedagógica que distingue Arte na Cidade e explorar as ligações que os temas tratados estabelecem com as problemáticas que caracterizam diversas das áreas formativas da ESAD.cr.

17 outubro em livraria


Três décadas depois da primeira edição, um romance, com a história do Brasil em pano de fundo, que continua atual e revelador…
Prémio Ficção Pen Club
Prémio da Associação de Críticos de Arte de São Paulo
Referência absoluta da literatura brasileira atual, escritora carismática e comprometida com a voz da América Latina.
El País

 
Filha de imigrantes galegos, Nélida Piñon inspira-se nas suas memórias da infância para reconstituir a história de uma família que se confunde com a história do Brasil. Um romance de técnica magistral, onde as vidas de dezasseis personagens se entretecem numa teia que, mais do que criar um mundo ficcional, incorpora o legado da herança rica e pluricultural da autora. Uma metáfora do Brasil que é também uma das obras mais transparentes desta grande escritora da língua portuguesa.

 
Chegara afinal o momento de o Brasil realizar-se como nação. Quem sabe não estaria surgindo, a partir daquele novembro de 1930, a República dos Sonhos, sonhada por brasileiros novos e antigos?

 
«Um livro magnífico, literatura de excelência. [...] A república dos sonhos é o Brasil – misterioso, cruel, sensual, ainda inconquistado pela imaginação do seu povo, uma mistura explosiva de americanos, europeus e africanos. A república é também a mente humana, onde as realidades são moldadas por sonhos que se estendem entre o passado e o futuro. [...] A dimensão amazónica da imaginação de Nélida Piñon situa-a na categoria de génio.» | Publishers Weekly

 
«Nélida Piñon ousadamente propõe-se fazer a crónica histórica da geração do Pós-Segunda Guerra Mundial no Brasil, combinando habilmente a forma da narrativa tradicional com as sensibilidades pós-modernas [...]. Essa é a geração brasileira que sofreu a dolorosa suspensão dos direitos civis e viu muitos de seus mais promissores líderes intelectuais serem ou forçados ao exílio ou silenciados por quase vinte anos pelas elites do regime militar. Acreditando que “quando contamos histórias estamos exercendo a liberdade: o direito de inventar a intriga humana e um mundo melhor” Piñon retoma e recria a história brasileira segundo convicções filosóficas contemporâneas, fazendo com que o contar das histórias formuladas na composição histórica revele as experiências de pessoas marginalizadas (em particular as mulheres) e a realidade da vida no Terceiro Mundo.» | Susan C. Quinlan, Universidade da Geórgia

Torres Vedras | Viseu



O autor de Arte na Cidade, Mário Caeiro, foi convidado para falar do seu livro em dois eventos de destaque. No dia 10 de outubro estará, pelas 17h, em Torres Vedras para uma Aula Aberta no âmbito do Festival TRANSFORMA. No dia seguinte, 11 de outubro, passa por Viseu, espaço SóSabão, pelas 19h, para - a convite do Núcleo de Arquitetos da Região de Viseu - apresentar o seu livro.

3 out. em livraria


Intelectual sensação

O livro do momento, uma vigorosa dissecação das injustiças do liberalismo.

Os ricos estão a ficar cada vez mais ricos….
Thomas Piketty prova-o.

 Um dos mais polémicos livros da atualidade – O Capital no Século XXI do economista francês Thomas Piketty. Apontado pelo The New York Times como o melhor livro de economia da década, a imprensa internacional apelida Piketty de intelectual sensação pela sua conquista, não apenas de uma elite de especialistas, mas do grande público. Editado com sucessivas reimpressões em França, publicado na Alemanha, Itália, Espanha, Grécia, Turquia, Japão, Suécia, Coreia, Inglaterra e Índia, saltou para a lista de bestsellers do New York Times pouco depois de ter saído nos EUA.

 Quais são as grandes dinâmicas que regem a acumulação e a distribuição de capital? As questões sobre a evolução da desigualdade a longo prazo, a concentração da riqueza e as perspetivas de crescimento económico estão no cerne da economia política. Mas é difícil obter respostas satisfatórias devido à falta de dados corretos e de teorias claras. Em O Capital no Século XXI, Thomas Piketty analisa um conjunto exclusivo de dados de vinte países, que percorrem mais de três séculos, para discernir os padrões socioeconómicos fundamentais. As suas descobertas transformarão o debate e as prioridades da reflexão sobre riqueza e desigualdade das próximas gerações.

 

«…O Capital no Século XXI, o magnum opus do economista francês Thomas Piketty, será o mais importante livro de economia do ano – talvez da década. O senhor Piketty, indiscutivelmente o grande perito mundial em rendimento e desigualdades de riqueza, faz mais do que documentar a crescente concentração de rendimentos nas mãos de uma pequena elite económica. Argumenta que estamos de regresso a um “capitalismo patrimonial” em que as altas esferas da economia são dominadas não apenas pela riqueza, mas por uma riqueza herdada – em que o nascimento é mais importante que o esforço e o talento.»

The New York Times 

Frei Bento Domingues

Homenagem a Frei Bento Domingues
19 de setembro 2014 | entre as 10h e as 19h
Fundação Calouste Gulbenkian, Auditório 2

 Amanhã, dia 19 de setembro, homenageamos Frei Bento Domingues na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, numa sessão que se inicia às 10h e se reparte em vários momentos de debate em torno do tema da Cidadania, Cultura e Teologia na Praça Pública. O painel de figuras que se juntam a esta homenagem é variado e atento à importância das palavras de Frei Bento Domingues - que começaram, recentemente, a ser reunidas pela Temas e Debates em Um Mundo que Falta Fazer e A Insurreição de Jesus sob a organização de António Marujo e Maria Julieta Mendes Dias. Para além da presença de Frei Bento Domingues, que encerrará o dia numa conferência final, contam-se entre os participantes Lídia Jorge, Viriato Soromenho-Marques, Manuel Carvalho da Silva, Ana Vicente, Alfredo Teixeira, Isabel Carmelo Rosa, Anselmo Borges, Dimas Almeida e Miguel Oliveira da Silva. Na moderação dos debates estarão Inês Pedrosa, Jorge Wemans e Maria Conceição Moita.

Novidade | 19 setembro em livraria

Obra prefaciada por Delfim Sardo

 Tendo como objetivo elucidar o público acerca das possibilidades que a arte oferece à cidade contemporânea, este livro destina-se a um público vasto, composto por estudantes, artistas, arquitetos, designers, urbanistas, engenheiros e todos os interessados nas ciências sociais e na cidade como tecido social.

 Do registo de pequenos e grandes acontecimentos da arte contemporânea às possibilidades que esta arte oferece às cidades de hoje, passando pelos segredos da linguagem da arte pública e pelas perspetivas da arte do futuro, este livro é como um caleidoscópio em que sucessivas lentes, disciplinas, saberes, e seus jargões, experiências e seus momentos, se aproximam no âmbito de uma mesma realidade fluida e em mutação.

 Mário Caeiro, comissário de exposições, envolvido em vários projetos culturais de intervenção no espaço público, é docente na ESAD.CR. Doutorado em Artes Visuais e Intermédia pela Univ. Politécnica de Valência e Pós-graduado em Design Urbano pela Univ. de Barcelona.

Novidade | 12 setembro em livraria


Novidade | 12 setembro em livraria
 
Markus Gabriel é um menino-prodígio
da especulação intelectual.
Neuer Zürcher Zeitung

 
Um magnífico exercício de
pensamento.
Slavoj Žižek

De onde vimos? Somos apenas uma acumulação de partículas elementares num vaso gigantesco à escala mundial? E o que é o todo?

 
Markus Gabriel não é apenas o professor de filosofia mais jovem da Alemanha, mas um pensador estimulante, que nos propõe nesta obra sugestões divertidas para as grandes perguntas da humanidade.

 
«A vida, o universo e tudo o resto – é possível que todos nos interroguemos muitas vezes sobre o que significam. E qual é a nossa situação no meio disto tudo? Seremos apenas um monte de partículas elementares num contentor gigantesco à escala mundial? Ou constituirão os nossos pensamentos, os nossos desejos e as nossas esperanças uma realidade própria e, nesse caso, que realidade constituem? Como podemos compreender a nossa existência ou, mesmo, a existência, em geral? E qual é o alcance do nosso conhecimento?»

 
«Nesta obra desenvolvo o princípio de uma nova filosofia que parte de um simples pressuposto básico: o mundo não existe. Como o leitor verá, isto não significa que nada exista. O nosso planeta existe, tal como existem os meus sonhos, a evolução, os autoclismos, a queda de cabelo, a esperança, as partículas elementares e até mesmo os unicórnios na Lua, só para citar algumas coisas. O princípio de que o mundo não existe significa que tudo isso existe mas de maneira diferente.»
 
MARKUS GABRIEL nasceu em 1980, estudou em Heidelberga, Lisboa e Nova Iorque. É desde 2009 titular da cátedra de epistemologia da Universidade de Bona, tendo-se tornado assim o mais novo professor universitário de filosofia da Alemanha. É também diretor do Centro Internacional de Filosofia de Bona.
 
 

11 julho em livraria


 
David Adam sofreu de perturbação obsessiva-compulsiva (POC) durante vinte anos. Este livro é a sua tentativa desassombrada para compreender a doença e as suas manifestações.

 
Alguma vez sentiu um estranho impulso de saltar de um local alto ou de estampar deliberadamente o carro? Não está sozinho. Neste livro, onde ciência, história e vivência pessoal se combinam, David Adam desvenda os pensamentos estranhos que existem em todas as mentes, e porque são uma causa de obsessão e perturbação em milhões de pessoas.

 
«David Adam, um escritor de sucesso, sofre de POC... Descreve a história desta perturbação, os tratamentos que experimentou sem êxito, e a sua experiência com a terapia cognitiva comportamental, que muito o ajudou. Um relato minucioso e muito bem escrito.»
Independent

 

«Este livro não é para gente ansiosa, nem com tendências obsessivas. Não se trata da memória de uma convalescença, em que após um combate árduo o narrador sai vitorioso da sua provação. Na realidade, não há uma cura definitiva para a POC, apenas se podendo controlar os seus sintomas. [...] Este livro funciona com um guia para todos os que têm alguém no seu círculo a sofrer de um tormento semelhante.»
he Saturday Paper

 
David Adam é escritor e chefe de redação da Nature, o principal periódico científico a nível mundial. Durante sete anos foi correspondente do The Guardian para os domínios da ciência, medicina e ambiente. Considerado autor do ano, na categoria de artigos de fundo, pela Association of British Science Writers, realizou reportagens na Antártida, no Ártico, na China e na floresta amazónica.

20 junho em livraria


Pensador e filósofo português, autor de obras como Maquiavel & Herdeiros e tradutor de clássicos como O Príncipe de Maquiavel e o Tratado Político de Espinosa.

O tema deste livro é a democracia, vista através da obra de um dos seus primeiros teorizadores nos tempos modernos, porventura o mais radical, Baruch de Espinosa. A democracia não é aqui unicamente uma forma de governo; é, sobretudo, um princípio de organização da sociedade, que atribui a soberania à totalidade dos indivíduos, razão pela qual Espinosa considera o Estado democrático um Estado “totalmente absoluto”, um Estado em que o direito público equivale à “potência da multidão”. Se, de facto, “a natureza não cria nações”, como afirma Espinosa, e a organização de um agregado não tem fundamento senão na totalidade das vontades particulares que nele se confrontam ou associam, então, a verdadeira razão de ser da política é criar as condições para que o poder, que por natureza pertence à totalidade, não se torne exclusivo de nenhum particular e todos os indivíduos gozem de liberdade para participar na definição do que se diz comum. Entre governantes e governados, há sempre uma brecha, uma ferida permanente no seio da totalidade. O que distingue a democracia dos outros regimes é o facto de, por definição, ela contrariar a cicatrização dessa ferida, evitar que a desigualdade se instale como natural, mantendo acesa, se mais não for através da livre discussão, a ideia de um querer da totalidade, que está na origem e é fundamento de todo o poder. Reside aí o projeto de Espinosa. Reside aí, porventura, a sua atualidade.» | Diogo Pires Aurélio

 
Diogo Pires Aurélio é professor na Universidade Nova de Lisboa, autor e editor de várias obras publicadas em Portugal, Reino Unido e Brasil, a última das quais, Maquiavel & Herdeiros. Organizou ainda a coleção «Clássicos da Política». De Espinosa traduziu o Tratado Teológico-Político e o Tratado Político, ambos com diversas edições ou reimpressões em Portugal e no Brasil, tendo o último sido galardoado com o Prémio de Tradução Científica e Técnica em Língua Portuguesa em 2009, atribuído pela União Latina e pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. Traduziu, igualmente, O Príncipe, de Maquiavel, obra com a qual obteve uma Menção Honrosa do mesmo prémio, no mesmo ano.

Historiador francês em Braga e no Porto


Historiador francês no nosso país para duas sessões de apresentação do seu livro – A Ditadura de Salazar e a Emigração.

Depois do lançamento em Lisboa, Victor Pereira fará uma breve passagem por Portugal para duas sessões – em Braga e no Porto.

 
Livraria Centésima Página, Braga
19 junho, 18h30
Com apresentação de Manuel Antunes da Cunha da Univ. Católica Portuguesa, especialista no tema das migrações.

 
Galeria Mira Fórum, Porto
20 junho, 21h
Com apresentação da jornalista Ana Cristina Pereira.

Wolfson History Prize 2014

Obra de Chaterine Merridale, Fortaleza Vermelha, foi distinguida com um dos mais prestigiados prémios de história britânicos.

A historiadora Catherine Merridale, distinguida já com o Pushkin House Russian Book Prize 2014, obteve agora o Wolfson History Prize 2014 pela sua obra, recém-editada entre nós pela Temas e Debates, em torno da história da Rússia. Criado 1972 pela Fundação Wolfson, este prémio visa apoiar e incentivar trabalhos de excelência na área da História tendo distinguido em anos anteriores nomes como Simon Schama e Anthony Beevor.

 O júri sublinhou a sua verve, a sua capacidade de nos transportar até à vida das pessoas cujo destino se cruzou, e moldou, face aos grandes acontecimentos históricos que tiveram lugar na Rússia.  

 

With great verve, she takes us into the lives of the individuals who shaped its fabric and shared its erratic destiny and shows us how this fort - or palace, as it became - had its own role to play in events of world history.

Professora Julia Smith, membro do júri

Feira do Livro de Lisboa 2014

84ª Edição da Feira do Livro de Lisboa
Sessões de autógrafos com os autores da
Temas e Debates

Parece que o verão não começa sem primeiro chegar a feira do livro de Lisboa. De 29 de maio a 15 de junho a Temas e Debates marca encontro com os seus leitores numa diversificada oferta de títulos e oportunidades de conhecer, em pessoa, alguns dos nossos autores. 
 
Já para este fim de semana, dia 1 de junho, pelas 16h, estão agendadas sessões de autógrafos com Isabel Lucas e Vicente Jorge (Vicente Jorge Silva – Conversas com Isabel Lucas) e com António Luís Marinho e Mário Carneiro (1974 – O ano que começou em abril). Pelas 17h, com Mário Soares (A Esperança é Necessária) e Isabel Moreira (Apátrida). Para o segundo fim de semana da feira, dia 7 de junho, estão também agendadas sessões de autógrafos, pelas 16h30, com Irene Flunser Pimentel e Cláudia Ninhos (Salazar, Portugal e o Holocausto) e com Paulo Lopes (Um Agente Português no Renascimento) e, pelas 17h, com Viriato Soromenho-Marques (Portugal na Queda da Europa).

Encontra-nos no Stand BO6.
Aqui ficam também algumas informações para poder planear a sua visita à feira:
- de segunda a quinta-feira das 12h30 às 23h
- sextas-feiras e vésperas de feriado das 12h30 às 24h
- sábados das 11h às 24h
- domingos das 11h às 23h

6 de junho em livraria!


Pushkin House Russian Book Prize 2014

Obra vencedora será publicada pela Temas e Debates a 6 de  junho de 2014.

 
O livro da historiadora Catherine Merridale, Fortaleza Vermelha – O coração secreto da história da Rússia, foi distinguido com o Pushkin House Russian Book Prize 2014. Atribuído pela Casa da Cultura Russa em Londres, em parceria com a Waterstones, este prémio visa distinguir a melhor obra de não ficção publicada sobre Rússia ao longo do ano. O júri, constituído por uma variado painel de figuras ligadas ao meio cultural londrino, apontou a acutilância e atualidade do livro de Catherine Merridale.

Thomas Piketty publicado pela Temas e Debates

Le capital au XXIe siècle de Thomas Piketty
Edição em Portugal pela Temas e Debates
Outubro de 2014

 
A Temas e Debates traz a Portugal um dos mais polémicos livros da atualidade - Le capital au XXIe siècle do economista francês Thomas Piketty. Apontado pelo The New York Times como o melhor livro de economia da década, a imprensa internacional apelida já Piketty de intelectual sensação pela sua conquista, não apenas de uma elite de especialistas, mas do grande público. Editado com sucessivas reimpressões em França, publicado na Alemanha, Itália, Espanha, Grécia, Turquia, Japão, Suécia, Coreia, Inglaterra e Índia, saltou para a lista de bestsellers do New York Times pouco depois de ter saído nos EUA.

 
A Portugal chega pela chancela da
Temas e Debates em outubro de 2014.

 «…Capital in the Twenty-First Century, o magnum opus do economista francês Thomas Piketty, será o mais importante livro de economia do ano – talvez da década. O senhor Piketty, indiscutivelmente o grande perito mundial em rendimento e desigualdades de riqueza, faz mais do que documentar a crescente concentração de rendimentos nas mãos de uma pequena elite económica. Argumenta que estamos de regresso a um “capitalismo patrimonial” em que as altas esferas da economia são dominadas não apenas pela riqueza, mas por uma riqueza herdada – em que o nascimento é mais importante que o esforço e o talento.»
The New York Times 

16 de maio em livraria

As causas da crise…
Dúvidas e possíveis caminhos de saída.

 Há mais de três anos que a vida dos portugueses foi completamente alterada pela entrada em vigor do chamado programa da troika, com o seu respetivo crédito de emergência. Este pedido de ajuda não se tratou, apenas, de mais um evento de aperto financeiro como aqueles que Portugal havia conhecido em 1977 e em 1983. Nem sequer é comparável com a bancarrota de 1892. É bastante mais grave do que qualquer um desses precedentes históricos. [...] O objetivo deste livro é simples. Partilhar com o leitor as dúvidas, mas também os resultados positivos do estudo e da investigação, traduzidos em teses e hipótese de trabalho, sobre as causas profundas e próximas desta crise, bem como sobre os possíveis caminhos de saída. Este livro fala sobre uma situação que é ameaçadora para o país e para a Europa no seu conjunto. [...] Nesta encruzilhada histórica, que justifica o passado e condiciona todo o futuro, talvez tenhamos de apelar ao milagre. Contudo, é esse milagre, sobre o qual este livro se debruça, a força poderosa que, por seu turno, nos convoca para a tarefa da sua própria realização.  

2 de maio em livraria


Em 1974 aconteceram outras coisas – para além da Revolução dos Cravos. Os jornalistas António Luís Marinho e Mário Carneiro revelam os temas que preenchiam a atualidade desse ano, dando um vital contexto àquele que foi um marcante momento da nossa História. Passando em revista o que se impôs como notícia em publicações como o Diário de Notícias e a revista Flama, fazemos como que uma viagem no tempo – ao ano do 25 de abril.
 
Sessão de lançamento a 15 de maio, pelas 18h30, na Sala Sophia de Mello Breyner, CCB, em Lisboa. Com apresentação de Ricardo Araújo Pereira.

Lançamento | 16 abril, 18h30


Sessão de lançamento de A Ditadura de Salazar e a Emigração a contar com a presença do historiador.

16 de abril, pelas 18h30, na Fundação Mário Soares, em Lisboa.

4 de abril em livraria


Novidade editorial

A História dos Judeus deu origem a uma série televisiva da BBC, escrita e apresentada por Simon Schama…
 Uma história como nenhuma outra: uma epopeia de resistência contra a destruição, de criatividade sob a opressão, de alegria contra o desgosto e uma afirmação de vida contra as mais difíceis possibilidades.
 Esta obra abrange milénios e continentes. Leva o leitor a locais nunca imaginados: a um reino judaico nas montanhas do Sul da Arábia, a uma sinagoga síria, às palmeiras sob as quais jazem os judeus mortos nas catacumbas romanas. E as suas vozes fazem-se ouvir com toda a clareza, dos rigores e dos êxtases dos autores da Bíblia aos poemas de amor num jardim da Espanha muçulmana. E uma grande história desenrola-se. Não a história de uma cultura à parte – como muitas vezes se imagina – mas de um mundo judaico imerso no meio dos outros povos no meio dos quais viveram e que os marcaram. O que faz da história dos judeus também a história de todos nós.
 
Simon Schama é professor de História da Arte e de História na Universidade de Columbia. As suas obras, várias vezes premiadas, estão publicadas em quinze línguas e incluem A History of Britain, The Power of Art e O Futuro da América. Escreveu e apresentou 40 filmes para a BBC2 sobre temas tão diversos como a política americana e Shakespeare e ganhou um Emmy por The Power of Art.

Desamparos, Isabel Moreira escritora

Sessão de lançamento
25 de março | CCB, Lisboa
Apátrida de Isabel Moreira

Que pátria é esta de que se fica apátrida? Pergunta Rui Nunes. E responde: somos apátridas quando perdemos, na dor da perda. Numa sessão que reuniu diferentes gerações de leitores na Sala Fernando Pessoa do CCB, em Lisboa, Isabel Moreira convidou Rui Nunes a apresentar o seu mais recente trabalho de ficção. Deputada, constitucionalistas e ativista, a autora revela em Apátrida uma outra faceta de mulher e escritora. Apontando a centralidade da ideia de expulsão deste livro, Rui Nunes elogiou-lhe a coragem – pelo desamparo a que se expõe, pelo exílio interior que revela.
Aqui ficam algumas imagens do evento.


 

Prémio | Political Book Awards 2014

Prémio | Political Book Awards 2014 International Affairs Book of the Year

Margaret MacMillan foi distinguida com o International Affairs Book of the Year por «A Guerra que Acabou com a Paz», recentemente publicado em Portugal pela Temas e... Debates. Atribuído pela Paddy Power Political Book Awards e pela Politicos.co.uk, este prémio visa distinguir o que de melhor se publicou durante o ano na área da política. O júri, constituído por um painel de jornalistas, autores e políticos, elegeu a obra de Margaret MacMillan como o melhor livro do ano na categoria de assuntos internacionais.

Apontado pelo «The Economist» como um dos «melhores livros publicados a propósito do centenário da Grande Guerra», esta distinção vem confirmar o importante contributo da historiadora canadiana para a compreensão do conflito que levou à morte de milhões de pessoas.

«Apátrida», Isabel Moreira



...é uma longa prosa - um longo poema? -; uma constante confissão - uma constante imprecação? -; uma clarificação dos sentidos - uma clarificação de verdades? -; uma ladainha sem perdão - um diálogo sem fim?
João Céu e Silva, Diário de Notícias

14 de março em livraria!

Os 100 autores mais criativos da história da literatura
 Da Bíblia a Sócrates, passando pelas obras-primas transcendentes de Dante, Camões e Shakespeare, até à modernidade de Pessoa, Faulkner e Hemingway, Harold Bloom expõe os numerosos paralelismos entre os génios que selecionou e as formas surpreendentes como se influenciaram mutuamente ao longo dos séculos. Acompanhada por excertos reveladores de livros que continuam a inspirar, encantar e comover os leitores, a análise viva e perspicaz de Bloom ilumina e amplia a nossa compreensão da cultura literária do Ocidente...e proporciona-nos um périplo grandioso mas íntimo pelos génios da nossa história.
 
 
Harold Bloom nasceu em 1930 em Nova Iorque. Titular da cátedra Sterling de Humanidades e Inglês na Universidade de Yale, publicou mais de trinta livros entre os quais The Anxiety of Influence: A Theory of Poetry, O Cânone Ocidental, Shakespeare: The Invention of the Human e The Anatomy of Influence. Membro da Academia Americana de Artes e Letras, foi galardoado com muitos prémios e títulos honoríficos, incluindo a Medalha de Ouro das Belas-Letras e Crítica desta Academia, o Prémio Internacional da Catalunha e o Prémio Alfonso Reyes do México.
 

7 março em livraria...

Um dos melhores livros do ano para o Financial Times
Vencedor do Lionel Gelber Prize e do National Business Book Award
A ascensão dos novos super-ricos globais e a queda de todos os outros
Sempre houve um fosso entre ricos e pobres, mas ao longo das últimas décadas a riqueza adquiriu outro significado. E não se trata apenas de números. Em vez de resultarem de heranças, as fortunas colossais de hoje pertencem a uma nova classe global de oligarcas que subiram a pulso. Mas quem são eles? Como conseguiram enriquecer dessa maneira? À medida que se aprofundam as desigualdades entre os super-ricos e todos os outros, haverá alguma coisa que se possa fazer para inverter esta tendência?
De Davos ao Dubai, a experiente jornalista Chrystia Freeland tem acompanhado a evolução das novas super-elites durante as últimas duas décadas. A sua investigação, nunca perdendo de vista as questões económicas e a história do capitalismo moderno, explica-nos em que consistem estas novas fortunas: das festas de aniversário de banqueiros com custos milionários à discreta mas vasta riqueza dos «oligarcas vermelhos», a nova classe política dirigente chinesa, Chrystia Freeland disseca a vida da «plutonomia» com inteligência e realismo. De uma perspicácia alarmante, sem fazer cedências, este livro é a peça que faltava no atual debate político.
Chrystia Freeland, nascida no Canadá em 1968, foi editora do Thomson Reuters Digital e editora-adjunta do Financial Times e do Globe and Mail. Também escreveu artigos para The Economist, International Herald Tribune e Washington Post. O seu livro mais recente é Sale of a Century: The Inside Story of the Second Russian Revolution.

Frei Bento Domingues publicado pela Temas e Debates

Novidade editorial | 7 março em livraria
Lucidez, liberdade, bom humor…
Crónicas sociais e políticas
Com organização de António Marujo e Maria Julieta Mendes Dias
Escreveu o padre Anselmo Borges acerca da teologia de Bento Domingues: Trata-se de uma teologia do Reino de Deus [que é] o futuro de Deus enquanto ‘o horizonte mais abrangente de esperança’ para o mundo em todos os domínios da vida, incluindo, portanto, a política, a cultura, a economia, a ecologia.
 
De todos esses temas tratam as crónicas antologiadas neste volume e dedicadas a questões sociais e políticas: a presente crise económico-financeira e os estragos que ela está a provocar à democracia e à Europa, a reflexão ética sobre o exercício do poder, o escândalo gritante da miséria de tantos em contraste com a opulência de alguns, a busca da justiça social, o absurdo da guerra e da corrida armamentista, o diálogo entre culturas e religiões como caminho para a paz, a laicidade como possibilidade de exercício da dimensão religiosa das pessoas em sociedades democráticas. Também a (falta de) alma da Europa, o desafio da paz, da esperança e da justiça no Médio Oriente, as ilusões e utopias da América Latina ou a busca de novos rumos para a martirizada África marcam a reflexão que aqui se reúne. Uma reflexão caracterizada pela lucidez, liberdade e bom humor, na forma de fazer teologia na praça pública a que frei Bento Domingues nos habituou.
 
Frei Bento Domingues, o.p.
Nascido em Travassos (Terras de Bouro) em 1934, Basílio de Jesus Gonçalves Domingues tomou, em 1953, o nome de Bento, quando entrou para a Ordem dos Pregadores (O.P.), ou frades dominicanos. Estudou Filosofia em Fátima e Teologia em Salamanca, Toulouse e Roma. O modo como exerceu o cargo de assistente da Juventude da Igreja de Cristo Rei no Porto (1962-63) forçou-o ao exílio. Em 1965, voltou a Portugal para lecionar em Fátima, Lisboa e Porto, em escolas católicas e laicas. Nos anos finais do regime ditatorial participou na Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos. A partir da década de 1980, lecionou também em Angola, no Peru, Chile e Colômbia. Entre 1998 e 2001, dirigiu a organização do Curso de Ciência das Religiões, na Universidade Lusófona. Publicou quatro livros: A Humanidade de Deus, A Igreja e a Liberdade, As Religiões e a Cultura da Paz (dois volumes), A Religião dos Portugueses.

14 fevereiro em livraria!


O livro que inspirou o filme «The Monuments Men – os Caçadores de Tesouros», distribuído pela Twenty Century Fox, com estreia em Portugal a 20 de fevereiro.

 
A história verdadeira e extraordinária das forças especiais dos Aliados que salvaram os tesouros da civilização das garras de Hitler – e inspirou o filme realizado e protagonizado por George Clooney The Monuments Men – Os Caçadores de Tesouros. Enquanto Hitler tentava conquistar o mundo ocidental, os seus exércitos pilhavam sistematicamente os maiores tesouros artísticos da Europa. O Führer tinha uma ideia bem clara das obras de arte que queria na sua coleção, bem como da «arte degenerada» que desejava destruir. Numa corrida contra o tempo, um grupo que incluía diretores de museus, conservadores, arquitetos, arquivistas e professores de História da Arte americanos, britânicos e franceses arriscaram a vida percorrendo a Europa em guerra para impedir a destruição de milhares de anos de cultura. Centrando-se no período entre a invasão da Normandia e o Dia da Vitória na Europa, acompanhamos seis Homens dos Monumentos numa missão que parecia impossível: perseguir o rasto das obras de arte saqueadas pelos nazis e impedir a destruição do património artístico europeu.

 
«Quer seja um apreciador de arte, de história militar ou de biografias de heróis, este livro é um tesouro que vale a pena caçar.»
Bookpage

 
«Os feitos dos Homens dos Monumentos, enquadrados por um relato expressivo sobre o desenrolar da guerra, constituem uma leitura fascinante.»
Associated Press

 

Robert M. Edsel é autor dos best-sellers Rescuing Da VinciSaving Italy, que narram a ação impressionante da equipa dos Homens dos Monumentos durante a campanha de Itália. Foi também coprodutor do documentário premiado The Rape of Europa. Foi distinguido com a Texas Medal of Arts, o prémio President’s Call to Service e o prémio Hope for Humanity, atribuído pelo Museu do Holocausto de Dallas. É ainda curador do Museu Nacional da Segunda Guerra Mundial em Nova Orleães.